quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Tânia Regina, taróloga.


Taróloga, fotógrafa e professora: há mais de 20 anos, atendendo e orientando às pessoas nas suas angústias, frustrações, sonhos e objetivos.
Iniciação ao Tarô na Cidade de Barcelona - Espanha.
Linguagem e Método Junguiano, Tarô Mitológico.

Tânia Regina Soares  -  Pseudônimo: Cigana Tayná



Agendamento e opções de consultas.

A magia das cartas na sua vida afetiva, espiritual e profissional.
Interpretações e orientações diversas na busca do equilíbirio interior e, decisões especiais. 
Tarô Mitológio e tendências da cultura cigana indiana.
O tarô, abrindo caminhos para suas decisões imediatas.




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O que possuem essas cartas que continuam a exercer tal fascínio e curiosidade?

O que será que possuem essas estranhas cartas que continuam  a exercer tal fascínio, até mesmo em pessoas que se consideram céticas e resistentes aos mistérios ocultos? Na realidade as cartas do Tarô não são “ocultas”, ou seja, não são sobrenaturais ou mágicas no exato sentido da palavra. Elas apenas são ricas em conteúdos que fazem parte do nosso cotidiano, desenhadas e elaboradas com informações que de alguma forma, vão de encontro com nossos questionamentos, sentimentos e concepções diante da realidade e coletividade.




O Tarô, portanto oferece suporte na busca de orientações, mas não apresenta solução de problemas. A solução vai ser construída à partir do reconhecimento interior do consulente diante dos fatos. E é evidente que a interpretação e orientação do tarólogo vai fazer a diferença, mas é importante registrar que as cartas não fazem milagres. Mas ajudam muito para aquele que se propõem à auto-análise e reconhecimento do que pode se ou não mudar, ou ao menos, fazer acontecer.

Tânia Regina - Cigana Tayná


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Xangô



A linguagem dos Orixás não deixa de ser uma referência aos "arquétipos" do inconsciente coletivo. 
Xangô pode estar conectado à alguns arcanos do Tarô, como também se aproxima da Cultura Oriental praticada nas religiões e seitas de origem indianas. 

Tânia Regina - Cigana Tayná

"É o Orixá da Justiça e seu campo preferencial de atuação é a razão, despertando nos seres o senso de equilíbrio e equidade, já que só conscientizando e despertando para os reais valores da vida a evolução se processa num fluir contínuo.

O Orixá Xangô é o Trono Natural da Justiça e está assentado no pólo positivo da linha do Fogo Divino, de onde se projeta e faz surgir sete hierarquias naturais de nível intermediário, pontificadas pelos Xangôs regentes dos pólos e níveis vibratórios intermediários da linha de forças da Justiça Divina"

(Rubens Saraceni)

terça-feira, 14 de março de 2017

O "10 de Copas" - Tarô Mitológico.

Lembrando que os naipes de copas sempre estão relacionados às questões afetivas e realações amorosas. Vamos conferir o que esta carta nos diz:


O Dez de Copas representa o estado de felicidade permanente. O êxtase do encontro dos enamorados realizado sobre bases sólidas, ou seja, duas pessoas que se amam e que sabem reconhecer a individualidade de cada um. E assim, poderão usufruir de um futuro que poderá resistir aos desafios atuais e divinos.
A imortalidade concedida a Psiquê significa que seu amor por Eros abrange uma dimensão pessoal e sensual, chegando às esferas do plano espiritual. Psiquê está experimentando a sensação de ligação com o Divino, que somente um amor profundo pode oferecer. É como se o amor, depois de muitas provas e de ter sido construído em cima de honestidade e humildade, fosse capaz de nos ligar à nossas próprias almas, de maneira permanente e absolutamente coerente ao  amor infinito.
O Dez de Copas indica um período de muito contentamento e de harmonia permanente nos domínios do coração.

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O TARÔ MITOLOGICO,  Juliet Sharman-Burke e Liz Greene

Como reagir às transformações do amor, nos dias atuais.

O tarô ajuda a construir novas estruturas internas para suportar a nossa dor, reconhecer os nossos méritos, e erguer novos pilares para a superação daquilo que não conseguimos mudar...
O tarô não advinha, ele transmite a mensagem das cartas. E acontecer ou não aquilo que buscamos, só depende de uma interpretação madura e consciente daquilo que a carta nos mostrou. Assim, podemos acelerar o processo de transformação pessoal e reagir conforme as  condições favoráveis ou não, para a realização dos nossos objetivos. Portanto, não é o tarô que faz acontecer, depende do nosso despertar para o processo de realização.
Pelo menos, aquele que busca o tarô e confia em si mesmo, e aceita o a realidade dos fatos, sem desespero, ou teimosia em amarrar o “ser desejado” a qualquer maneira. Este sim consegue realmente desfrutar da magia das cartas do tarô: pois aprende a respeitar a si mesmo buscando mais qualidade de vida sem tanto sofrimento. Assim, abre-se o portal para o futuro... O tarô é a própria conexão com futuro que pode ser construído e conquistado... As cartas nos oferecem a senha, e somos nós que a administramos. Mas é preciso muita coragem e vontade para mudar, aceitar, e criar novas condições de vida de forma mais saudável e confortável... Bem vindo ao Tarô ...

                                                       Tânia Regina - Cigana Tayná


segunda-feira, 13 de março de 2017

A linguagem das cartas do tarô e a contribuição de Carl Gustav Jung nas suas interpretações.

Jung percebeu que a compreensão da criação de símbolos era crucial para o entendimento da natureza humana. Ele então explorou as correspondências entre os símbolos que surgem nas lutas da vida dos indivíduos e as imagens simbólicas religiosas subjacentes, sistemas mitológicos, e mágicos de muitas culturas e eras. Graças à forte impressão que lhe causou as muitas notáveis semelhanças dos símbolos, apesar de sua origem independente nas pessoas e nas culturas (muitos sonhos e desenhos de seus pacientes de variadas nacionalidades exprimiam temas mitológicos longínquos), foi que ele sugeriu a existência de duas camadas da psique inconsciente: a pessoal e a coletiva.  O inconsciente pessoal inclui conteúdos mentais adquiridos durante a vida do indivíduo que foram esquecidos ou reprimidos, enquanto que o inconsciente coletivo é uma estrutura herdada comum a toda a humanidade composta dos arquétipos - predisposições inatas para experimentar e simbolizar situações humanas universais de diferentes maneiras. Há arquétipos que correspondem a várias situações, tais como as relações com os pais, o casamento, o nascimento dos filhos, o confronto com a morte. Uma elaboração altamente derivada destes arquétipos povoa todos os grandes sistemas mitológicos e religiosos do mundo.

referências:
“Psicologia e Religião Oriental” – Carl Gustav Jung


"A concepção junguiana do inconsciente". -  Clube do Taro